terça-feira, agosto 28, 2007

( Pra ilustrar o que querem dizer com:
Até as feras dormem)
Aquele silêncio confortante
que chega a mente ao acordar,
livra dos ferozes pesadelos
(que geralmente são uma retrospectiva exagerada e surreal do dia).
Dura tão pouco e é tão essencial.
Tal qual essa pausa,
esse mergulho numa busca por palavras
que aparecem tímidas porém nuas...
Se eu fosse uma palavra
eu tirava a roupa e saia correndo
escandalosa e subversiva,
balançando os cabelos na cara dos que dormem
que hilariamente iam dizer:
-Ela é louca!
-Não senhores, SOU é solta!
Liberte sua mente,
Abra suas asas.
Não durma acordado,
qual a cor de seus sapatos?

2 comentários:

Cláudia I, Vetter disse...

adorável e serenamente.

;*******

Adryana Araújo disse...

Iuhuuuuuuuu! Fiuuuuuuuuuu!
São meus gritos de aplausos às suas lindas palavras (aliás, já virou uma constante meus aplausos a vc!)

Palavras têm que ser assim: soltas, livres, verdadeiras e destemidas. Postei como me sinto semana passada no post intitulado "NUA". Se quiser conferir...

Ah, tenho um convite pra vc, no meu blog. Os "7 fatos casuais". E aí, vc se arrisca a escrevê-los?

Superbeijo!